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sexta-feira, 24 de julho de 2015

A maioria prefere gozar dentro!



Pesquisa feita no blog Aventuras de um Becker aponta a preferência do público em gozar dentro, em segundo lugar vem a gozada na boca. É a minha preferência também!!!

Direto dentro de um cu                 119 (66%)


Boca        40 (22%)


Bunda e depois coloca para dentro          30 (16%)

  
Rosto      21 (11%)


Peito       12 (6%)



No pau do cara                                                   9 (5%)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

SUS oferece 'pílula do dia seguinte' contra HIV

Pessoa deve procurar o serviço de saúde até 72 horas depois da exposição de risco, mas o ideal é que seja até 2 horas depois

Pessoas que tiveram uma relação sexual consentida sem preservativo, poderão buscar medicamento preventivo contra a aids na rede pública. O Ministério da Saúde criou regras para oferecer remédios destinados a prevenir a contaminação pelo HIV depois da exposição ao risco.
O consumo do preventivo, conhecido como profilaxia pós-exposição (PEP), dura três meses. O aconselhável é que a pessoa procure o serviço de saúde até 72 horas depois da exposição de risco, mas o ideal é que seja até duas horas depois.

O coquetel de medicamentos é oferecido desde 1990 a profissionais de saúde após contato com material potencialmente contaminado. Em 1998, a PEP foi liberada para vítimas de violência sexual. A partir de 2011, qualquer pessoa que teve relação sexual de risco passou a ter direito ao tratamento, mas até hoje ainda não havia regras para a indicação.
Na prática, com o documento publicado hoje no Diário Oficial da União, o governo pretende ampliar a oferta e facilitar a prescrição dos medicamentos para que, mesmo em serviços sem médicos especialistas, o paciente possa prevenir a infecção.
O primeiro atendimento após a exposição ao HIV é considerado emergência médica. Ao todo, são 28 dias consecutivos de uso dos quatro medicamentos antirretrovirais previstos no protocolo: tenofovir, lamivudina, atazanavir e ritonavir.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Escorpiõe, carimbos, bareback, o HIV e o crescimento de número de jovens infectados

Nem gays, nem barebackers, nem os próprios soropositivos podem ser responsabilizados pela contaminação proposital – uma prática criminosa que nada tem a ver com seus diagnósticos ou práticas sexuais.

Certa vez, vi circulando pela internet uma campanha de prevenção a Aids que me assustou no primeiro olhar. O cartaz era ilustrado com a imagem de um homem fazendo sexo com um grande escorpião. O bicho, por baixo do rapaz, o envolvia nas patas enormes, e mantinha o ferrão a postos, pronto para atacá-lo pelas costas. Na legenda, a frase de impacto: “sem camisinha você está dormindo com a Aids”. Pra mim, por melhores que fossem as intenções da campanha, gritava ali uma estigmatização muito problemática dos portadores do vírus.

Fiquei pensando no impacto daquilo entre os meus amigos soropositivos, imaginando como deve ser terrível ser visto desta forma, como um animal disposto a atacar e envenenar na primeira oportunidade. É comum que estas pessoas enfrentem sérios problemas de rejeição relacionados à sua sorologia, porque quase sempre são identificados como bombas-relógio prestes a matar todos em volta. A campanha reforçava isso: deixava a entender que o inimigo é o portador, sendo que o real inimigo é o vírus.
Nas últimas semanas, temos acompanhado uma polêmica que imediatamente me remeteu a esta campanha e ao estigma social que ela representa. Trata-se do caso do chamado “clube do carimbo”, organizado na internet em blogs de rapazes gays que estariam divulgando métodos para infectar pessoas com o HIV, intencionalmente. A denúncia, que começou a circular em redes sociais, virou escândalo, e começou a ser divulgada precipitadamente em notícias e reportagens que, no fim das contas, só contribuíam para o pânico e a desinformação.
Na maior parte dos comentários que vi sobre o assunto, cabia perfeitamente a metáfora do escorpião: quase tudo reproduzia o terror moralista de que o sexo – e particularmente o “sexo gay” – deveria ser temido, sob o risco de encontrar em qualquer esquina um soropositivo manipulador, disposto a “carimbar”, a envenenar.

De forma espontânea, a camisinha vem saindo de cena pra uma fatia significativa de gays. Porém, mais que uma polêmica, o bareback traz reflexões profundas sobre sexualidade, homofobia e controle.

De início, é preciso deixar claro que não estou defendendo o tal clube. Por maiores que possam ser as controvérsias em torno dessa questão, serei sempre contrário a qualquer prática que viole a liberdade e a individualidade alheia, e este caso envolve exatamente esse tipo de manipulação desonesta. A questão é que esse lado repulsivo e até criminoso das práticas destas pessoas me parece mais do que evidente, e não é exatamente isso que me incomoda na polêmica toda. O que tenho observado com maior preocupação, neste caso, é o fato de que muitas outras pessoas e grupos foram jogados no mesmo pacote, acabando culpabilizadas irresponsavelmente pela atuação isolada do tal clube.
Boa parte da polêmica, a princípio, girou em torno da prática do sexo sem camisinha, o chamado “bareback”, que foi imediatamente associado à transmissão voluntária do vírus, o que não é verdade. Muito antes dessa polêmica vir à tona, nós do Vestiário já tratávamos desse assunto, numa reportagem que dizia, sem moralismos, aquilo que deveria parecer óbvio: nem todo barebacker é soropositivo, e eles são nada mais do que homens gays adultos que preferem fazer sexo sem camisinha, quase sempre conscientes a respeito da própria sorologia e dos riscos de contágio que a prática envolve. Você, como eu, pode até achar que estas pessoas são um pouco malucas. Mas eu não estou na pele delas, não entendo dos seus prazeres, e não estou em condição de dizer o que quer que seja a respeito das suas decisões e práticas.
A lógica de um barebacker me parece semelhante à lógica de um fumante: ele até sabe que o cigarro pode fazer mal, mas se sente bem com aquilo e não vai deixar de fumar por isso. A diferença maior é o grande nível de moralismo que cerca o sexo sem camisinha praticado por homens gays. Não só por causa do HIV, mas por preconceito mesmo. E digo isso não por achar que o HIV deva deixar de ser enfrentado, mas porque vejo que essa mesma preocupação sequer aparece em muitas relações heterossexuais, onde a falta da camisinha quase nunca é encarada como um problema, a não ser em casos de risco de gravidez. Mal se fala em DSTs, e muitas vezes estas pessoas seguem portando o vírus, espalhando-o inconsequentemente, sem sequer conhecerem sua condição sorológica. Neste jogo, por que só os gays são fiscalizados em função do risco de contágio? Por que a sombra do “câncer gay” ainda insistisse tanto em nos atormentar?
Neste mesmo caminho, também foi preocupante ver o modo como alguns setores conservadores fizeram uso político dessa polêmica para culpar gays, reproduzir homofobia, e dar voz a discursos moralistas que cercam as pessoas soropositivas de estigma. Marco Feliciano, por exemplo, subiu no plenário da Câmara dos Deputados para tratar do assunto, construindo todo um discurso contrário ao “homossexualismo” e à “promiscuidade”, classificando as práticas destes tais homossexuais promíscuos como “tentativa de homicídio”.
No pacote, lembrou de cobrar às autoridades que criassem campanhas de conscientização a respeito da questão da Aids, o que até seria válido, não fosse o fato de que o próprio Feliciano protagonizou, junto à bancada fundamentalista, uma série de pressões ao Ministério da Saúde, que culminaram justamente no veto a uma campanha de prevenção que incentivava o uso de camisinha durante o carnaval de 2012. O público da tal campanha, curiosamente, era de homens gays, travestis e profissionais do sexo.

Tais discursos precisam ser sistematicamente discutidos, e criticados, porque podem ter efeitos muito preocupantes. Como afirmou uma pertinente nota da Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) a respeito da polêmica, argumentos morais e criminalizantes são sempre perigosos para as políticas de combate ao vírus, porque afastam as pessoas que queremos aproximar, impedindo tanto a prevenção quanto o tratamento. Ao contrário do que afirmam os comentários irresponsáveis dos jornais e dos Felicianos, nem gays, nem barebackers, nem os próprios soropositivos podem ser responsabilizados pela contaminação proposital – uma prática criminosa que nada tem a ver com seus diagnósticos ou práticas sexuais.
Enquanto continuarmos enxergando as pessoas como escorpiões, mortíferas em potencial, elas continuarão se afastando e se escondendo, com o medo legítimo de serem exterminadas, feito pragas. E o efeito desse estigma, no fim das contas, pode ser ainda mais devastador do que o próprio vírus.

Fonte; http://vestiario.org/2015/03/10/escorpioes-e-carimbos-bareback-hiv-e-preconceito/

Cresce o número de jovens brasileiros infectados pelo HIV 

Nova pesquisa alerta: cresce o número de jovens brasileiros entre 15 e 19 anos infectados pelo HIV!

De acordo com um relatório da UNAIDS, programa das Nações Unidas sobre HIV os jovens brasileiros na faixa compreendida entre os 15 e os 19 são a parcela da população que mais têm tido novos infectados pelo vírus HIV, e estima-se que sejam 734 mil brasileiros infectados, apesar da crescente diminuição de novos casos no mundo.


A grande preocupação é com os garotos de 15 a 19 anos. O número de casos, nessa faixa etária, aumentou absurdamente em 53% de 2004 a 2013. Dizem especialista que os jovens brasileiros parecem estar perdendo o medo da AIDS, pensando que o tratamento é 100% eficaz, é o que afirma Cristiano Ramos, que tem o vírus HIV e é presidente da ONG Amigos da Vida, para soropositivos. Diz Cristiano que "essa nova geração de portadores perdeu o medo da AIDS". O fato é que nossos jovens estão praticando sexo muito novos, sem nenhuma maturidade e responsabilidade. E o número de jovens grávidas infectadas pelo HIV também é alarmante. 
O relatório do UNAIDS expõe que a cada três pessoas infectadas em todo o mundo, uma tem entre 15 e 24 anos. No Brasil este percentual aumentou 53% de 2004 a 2013.


Embora esteja ocorrendo este lamentável crescimento da doença entre os jovens, o relatório tem dados muito positivos. De acordo com as pesquisas, de 2000 a 2014, o número de infecções no mundo caiu 35% e passou de 3,1 milhões para 2 milhões no ano passado. O número de mortes também caiu 41% nesses 15 anos.

Fonte: http://port.pravda.ru/science/22-07-2015/39113-brasileiros_aids-0/


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Enquete: Onde você prefere gozar?

ENQUETE: 

Aos ativos, onde você prefere gozar? Para os passivos... onde você prefere receber leite?


Direto dentro de um cu


Bunda e depois coloca para dentro


Boca


Rosto


Peito


No pau do cara
Responda a enquete ao lado esquerdo do Blog, vamos ver qual é a opinião da maioria!

Vídeos para quem curte depositar leite dentro de um passivo ou receber de um ativo

Son gangbanged by daddies - 19 min



Hot bareback fuck - 19 min



Daddy Finishes Inside - 18 min



Cun In Ass compilation - 15 min

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Coletânea com todos os vídeos do Dubsmash e outros! Vale a pena ver até o final!

Galera, com essa onda de vídeos do Dubmash que invadiu o Instagram e o Facebook, alguns garotos safados resolveram ousar e mostrar suas putarias com a seguinte música: “Tava no fluxo, avistei a novinho no grau… sabe o que ela quer, pau, pau, pau, ela quer pau”. Além desses, outros vídeos também foram cair na rede! Separei vários vídeos da galera que ousou e compartilhou conosco! E agora, faça o seu também!

Mais vídeos postados por mim em http://www.xvideos.com/profiles/mauromachadobecker

quinta-feira, 25 de junho de 2015

RENBRI GP - Rio de Janeiro

Confira abaixo fotos e vídeos do meu amigo renbri, além do site para contactá-lo 

Garoto de programa no Rio de Janeiro

Idade:22
Altura:1,87 m
Cor dos olhos:CASTANHOS ESCUROS
Origem:RIO DE JANEIRO
Dote:20 cm
Manequim:40
Peso:82 kg
Atende à:Homens, mulheres e casais
Atendimento:24 HRS
Descrição:Sou acompanhante de luxo do Rio de Janeiro.moro no bairro do Méier sou totalmente versátil na cama sem frescuras. putão safado 20 cm grossão de caceta e uma bunda lisa malhada.sou branco sarado alto e estou disponível para viagens.não tenho local
Observações:Veja o site:
http://www.renbrisafado.com.br/
Contato:
(21) 992186942 [CLARO] 

Dúvidas sobre como assinar o site exclusivo entra no grupo que tem todas as informações lá....
https://www.facebook.com/groups/1582487602015132/

Esse grupo é destinado á todos os fãs e clientes do RENBRI GP que desejam assinar o site dele com fotos e vídeos novos exclusivos....
www.renbrisafado.com.br
Para ser assinante do site pago é necessário que o assinante deposite 25,00 mensais na conta do bradesco que é liberado a autorização para o seu email...dúvidas chama-lo pelo Facebook ou pelo Whatsapp (021)99218-6942 Renbri Safado(GP)

Aproveite e entre também no blog Avaliador de GP e eleja os melhores....
http://avaliadordegp.blogspot.com.br

Amostra de vídeos: